
É disto que nós somos feitos…de momentos que nos unem em pedaços de silêncio, entre sorrisos e olhares, permanecemos assim…perdidos nestes sinais de ternura.

É disto que nós somos feitos…de momentos que nos unem em pedaços de silêncio, entre sorrisos e olhares, permanecemos assim…perdidos nestes sinais de ternura.
Há alturas em que estou sozinha, absorvida na minha almofada e nos meus lençóis.
A mente vagueia. Penso. Penso em tudo…na vida, no passado, no futuro,
“O que irei eu fazer com a minha vida?”
O quarto está silencioso, mas a minha mente permanece tão ruidosa e circundante, cheia de pensamentos, frases, memórias e sons.
É nestas alturas que penso em coisas que não me passariam pela cabeça.
O afogar dos pensamentos, no tumultuoso mar das dúvidas e das questões, a clandestinidade do silêncio, a melodia da ausência, num fechar de olhos vejo o esfumar de um agigantado novelo de hesitações.
“…era uma vez ninguém que já sabia que alguém queria ser.”